sábado, 28 de abril de 2012

3ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência











Aconteceu no dia 25 de abril, a 3ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, realizado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento com o tema: "Um olhar através da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da ONU: novas perspectivas e desafios". Estiveram presente varias autoridades, como o Prefeito José Braz, o vice-prefeito Dr. Aloysio Aquino, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Eveline e a Secretaria Municipal de Educação Maria Amélia. Nessa conferência foram eleitos três delegados, Maicon Bruno de Oliveira representando o conselho, a Juliana Amaral representando a Comunidade Surda de Muriaé e a Annelise Soares Rodrigues representando a APAE de Muriaé, que irá representar e defender as propostas na Conferência Estadual nos dias 19, 20 e 21 de Junho. Para a secretária de Desenvolvimento Social, Eveline Amaral, a “III Conferência Municipal da Pessoa com Deficiência” representa um momento de união entre a sociedade e o Poder Público: “Esta plenária é a oportunidade de todos – professores, diretores, ONGs, religiosos – decidirem coisas importantes para a cidade. É hora de a sociedade dar as mãos para que tenhamos verdadeiras políticas públicas para os deficientes, pois o Poder Público sozinho não vai a lugar nenhum. Temos que lutar juntos para chegarmos ao Estado e ao Governo Federal, levando propostas que tragam bem para nossos deficientes”, finalizou Eveline. Atualmente, de acordo com o presidente do CMDPD, Maicon Bruno de Oliveira, o município possui 13.961 deficientes – entre físicos, auditivos e visuais. Ele destaca que a principal dificuldade enfrentada por esta parcela da população é a questão da acessibilidade: “Sem resolver este problema, não há como haver inclusão. A maior dificuldade enfrentada pelos deficientes é em relação à locomoção nas calçadas, que não são adaptadas. Quando muito, há uma rampa, mas não é o bastante, já que, no caso dos deficientes visuais, também é preciso um piso diferenciado”, ressalta Maicon.

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